Raiz do Sertão

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Já no filme da seca a gente vê,   A poeira da terra levantando
As abelhas sedentas doidejando,  Por não ter flor aberta no ipê
As feridas que tem no massapê,  só parecem pegadas do verão
Onde tinha a corneta do carão,  hoje resta a cigarra assobiando
A coivara da seca está queimando,  quase toda esperança do sertão.

Casa, caatinga, doce olhar,  pastagens verdes a mirar
Sol efervescente a brilhar,  a correnteza do rio a desembarcar
No vilarejo, na montanha e no mar,  deixando tudo verdinho para o arado
Pega a enxada e começa a cavar,  no sol queimador a pingar o suor pra lavar a testa
Mas o sertanejo é valente e persiste no seu plantio,  Com a esperança de uma boa colheita De milho, batata e feijão…  E começa a comemoração

com muita sanfona  Pra sacudir a poeira  Com seu eterno forrozão....

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